Desafios do Cuidado Integral do Missionário

Desafios do cuidado integral do missionário

O Cuidado Integral do Missionário, CIM, pastoreio, aconselhamento e mentoreio é uma área nova no campo das missões. Atualmente já é reconhecida pelas agências missionárias, por psicólogos e conselheiros que trabalham nesta área, mas no âmbito da igreja que acompanha o seu rebanho, tanto no contexto local quanto internacional, muito precisa ser desenvolvido. Líderes e missionários que se encontram em países com diferentes culturas e situações políticas delicadas sofrem pressões específicas. 

O maior desafio que temos enfrentado no cuidado do missionário é desenvolver caminhos no processo de mentoria, levantamentos adequados, testes psicológicos adequados e definir processos que sejam aplicáveis a qualquer cultura. Existe ainda pouco material específico publicado que avaliem suas necessidades de forma adequada e precisa. A maioria das agências trabalha com missionários fora do seu país natal e por isso eles precisam ser preparados para enfrentar uma outra cultura com seus diferentes desafios. Nos deparamos com situações do choque cultural, dos lutos pelas perdas quando vão para outro país, adaptações diversas, cuidados com a segurança, escolarização dos filhos, aprendizagem dos costumes e da língua local, entre outros. Não é uma tarefa fácil!

Situação problema e identificação

 Missionários que se encontram em países com diferentes culturas e situações políticas delicadas sofrem pressões específicas. Antes de irem ao campo eles necessitam se preparar tanto com temas pertinentes ao trabalho que vão desenvolver quanto emocionalmente, bem como receber recursos diversos que os capacitem para enfrentar as situações diferentes e conflitantes que surgem no campo.  

A área do CIM, por ser nova, ainda apresenta resistências características pelo desconhecimento da sua importância para o desenvolvimento e preparo do missionário. Além disso, temos o preconceito natural com relação a trabalhos na área relacional e emocional, bem como a concordância do missionário em aceitar o trabalho. Estes são os primeiros desafios que precisamos trabalhar com aqueles que lideram e coordenam missionários: a importância da conscientização do autoconhecimento, dos potenciais pessoais e fragilidades que possibilitará ampliação das habilidades relacionais e colaborativas de forma mais abrangente. O Mentoring de Transição Cultural vem preencher esta lacuna com uma abordagem sistêmica focada no desenvolvimento pessoal do missionário em todos os seus ambientes: familiar, social, missiológico.


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